quarta-feira, 27 de maio de 2015
O problema do baixo rendimento e da qualidade de ensino tem levantado debates nas diferentes esferas sociais e cuja solução parece me ainda longe de ser alcançada. Verdade ou não, as mudanças operadas no sistema de ensino em Moçambique só trazem alterações nos regulamentos, livros, metodologias ou seja, elas visam simplesmente alterar determinada politica educativa anteriormente estabelecida. De quem poder ser a responsabilidade em trazer de volta os valores educativos com vista a melhorar o rendimento e da qualidade de ensino? Sou de opinião que é tarefa de todos nós, compreender que o ensino não pode ser visto como uma máquina programada para produzir resultados em série e cujo produto possui menor valor comercial mas sim, um sistema político e social que deve ser cuidadosamente estudado e planificado, olhando em parte as diferentes fases que o país atravessa. Um facto interessante é que os nossos alunos são tão inteligentes e, actualmente, com o privilégio no progresso científico e do bom momento que se observa no crescimento económico do país, aliada as inovações tecnológicas na área das TICʾs cresce neles o desenvolvimento das capacidades e habilidades em lidar com novas experiencias contudo, essas habilidades são menos aproveitadas quando vistas no contexto educativo. Compreendo por um lado que os alunos mal dão direcção correcta a aplicação da inteligência para assuntos académicos e por outro lado a falta de cooperação das diferentes estruturas sociais que velam pelo processo de educação formal pouco fazem para construir aos alunos o interesse pela escola. O interesse pela escola foi substituído pelos programas de diversões com maior domínio para programas televisivas colocando sobre eles a maior motivação de narrar todas as novelas que passam pelos ecrãs. Deste modo compreendo que o problema do baixo rendimento e da qualidade de ensino está na falta de interesse em estudar ou seja, tudo o que o aluno devia produzir no exercício da actividade estudantil ficou totalmente substituído pelas actividades de diversões.
O problema do baixo rendimento e da qualidade de ensino tem levantado debates nas diferentes esferas sociais e cuja solução parece me ainda longe de ser alcançada. Verdade ou não, as mudanças operadas no sistema de ensino em Moçambique só trazem alterações nos regulamentos, livros, metodologias ou seja, elas visam simplesmente alterar determinada politica educativa anteriormente estabelecida. De quem poder ser a responsabilidade em trazer de volta os valores educativos com vista a melhorar o rendimento e da qualidade de ensino?
Sou de opinião que é tarefa de todos nós, compreender que o ensino não pode ser visto como uma máquina programada para produzir resultados em série e cujo produto possui menor valor comercial mas sim, um sistema político e social que deve ser cuidadosamente estudado e planificado, olhando em parte as diferentes fases que o país atravessa.
Um facto interessante é que os nossos alunos são tão inteligentes e, actualmente, com o privilégio no progresso científico e do bom momento que se observa no crescimento económico do país, aliada as inovações tecnológicas na área das TICʾs cresce neles o desenvolvimento das capacidades e habilidades em lidar com novas experiencias contudo, essas habilidades são menos aproveitadas quando vistas no contexto educativo. Compreendo por um lado que os alunos mal dão direcção correcta a aplicação da inteligência para assuntos académicos e por outro lado a falta de cooperação das diferentes estruturas sociais que velam pelo processo de educação formal pouco fazem para construir aos alunos o interesse pela escola.
O interesse pela escola foi substituído pelos programas de diversões com maior domínio para programas televisivas colocando sobre eles a maior motivação de narrar todas as novelas que passam pelos ecrãs. Deste modo compreendo que o problema do baixo rendimento e da qualidade de ensino está na falta de interesse em estudar ou seja, tudo o que o aluno devia produzir no exercício da actividade estudantil ficou totalmente substituído pelas actividades de diversões.
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